O preconceito pra vc é ...

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domingo, 29 de agosto de 2010

Brasil (país em desenvolvimento) Política Brasileira (... Opinião? Depende do momento).


      O Brasil tem inúmeras qualidades econômicas, por exemplo, sua favorável condição geográfica facilita a agropecuária e sua biodiversidade é concerteza uma das mais admiradas do mundo. O Brasil é uma pátria que tem quase tudo para ter uma condição econômica que sirva de referência para o resto do mundo. O que falta? Competência política; concerteza. Mais para o povo é fácil falar que a culpa é da corrupção (ironia) o povo elegeu e colocou a corrupção no poder!





“Eu prometo!” “Faremos o possível!” “Estamos tentando!” “Já fizemos muito!” “Faremos muito mais!” “Conseguiremos mudar!” “Tentaremos o melhor!”.





Hahahahahahaha (risos e risos)... Quem nunca escutou as expressões acima em horário eleitoral? Um surdo talvez não tenha escutado.



--- Quem vai colocar o país para frente?



---Quem vai assumir a presidência?



---Quem vai conseguir o tão desejado cargo político?



Essa deixa que eu respondo...



Quem for generoso com as gráficas. Caprichem nos panfletos meus queridos “Subornem e subornem!” para falarem bem dos nossos candidatos. “Todo mundo pra fila!” “Ta na hora!” Em época de campanha política o lema é descobrir escândalos. Baixaria é o foco.

Mais e os interesses do povo? O trabalhador brasileiro só precisa cair na real e perceber que o bom político é simples e demonstra as suas propostas sem denegrir o adversário se mantendo integro e colocando os interesses do Brasil em primeiro lugar procurando o reconhecimento provando que o melhor o Brasil pode conseguir.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Lágrimas ...

 Eu já percorri seus olhos...
Eu já enxaguei a sua alma...
Eu me deleitei sobre o seu coração...
Acompanhei seus sorrisos...
Suportei suas tristezas....
Fiz você sobreviver as tragédias...
Eu ...
Toco o seus GRITOs de dor ...
Me junto a sua pele ...
E sou vitíma das sua mãos me absorvendo ...

Sou sua visitante mais constante
E te sigo a cada sensação
Nos seus suspiros de esperança
No seu grito de ódio
No peso da sua conciência
No trêmulo da sua voz... Ao dizer TE AMO
Na partida do teu amado ente querido
No cair da noite a sua solidão
No abraço a teu irmão
Na súplica a tua mãe
No corte da tua pele
Sou teu Sangue
Teu suor
A extração das suas emoções
Sou sua imensa alegria
A sua tristeza mais profunda
A sua mágoa ressentida
A sua sensibilidade
A flor da sua pele
Pertenço a teu corpo
A tua mente
A teu coração
A tua alma
Sou a sua decepção
O seu alívio
O seu extinto
A sua mágoa
O seu desespero sem cessar

Quem sou eu?
A sua Làgrima

domingo, 4 de julho de 2010

Nesta Música eu chooroo lágrimas mesmo ....

Homem na Estrada tem que escutar para poder sentir o efeito dessa música ....Refleti tudo o que a pessoa precisa pensar sobre as sua atitudes em relação a uma verdade que permanece longe dos olhos de muitas pessoas que estão cegas ... Nessa sociedade que prega valores do certo e do errado... Do bonzinho e do vilão ....... Estende minha paixão pelas músicas dos racionais ... Não há preço ... para isso

Por isso toda vez que eu escuto essa música eu choro

Esta aqui abaixo a letra para vocês acompanharem... se caso vocês quiserem ouvir....

Um homen na estrada recomeça sua vida.


Sua finalidade: a sua liberdade.

Que foi perdida, subtraída;

e quer provar a si mesmo que realmente mudou, que se recuperou e quer viver em paz, não olhar

para trás, dizer ao crime: nunca mais!

Pois sua infancia não foi um mar de rosas, não.

Na feben, lembranças dolorosas, então. Sim, ganhar dinheiro, ficar rico, enfim.

Muitos morreram sim, sonhando alto assim, me digam quem é feliz, quem não se desespera, vendo

nascer seu filho no berço da miséria.

Um lugar onde só tinham como atração, o bar, e o candomblé pra se tomar a benção.

Esse é o palco da história que por mim será contada.

...um homem na estrada.



Equilibrado num barranco incômodo, mal acabado e sujo, porém, seu único lar, seu bem e seu

refúgio.

Um cheiro horrível de esgoto no quintal, por cima ou por baixo, se chover será fatal.

Um pedaço do inferno, aqui é onde eu estou.

Até o IBGE passou aqui e nunca mais voltou. Numerou os barracos, fez uma pá de perguntas.

Logo depois esqueceram, filhos da puta!

Acharam uma mina morta e estuprada, deviam estar com muita raiva.

"Mano, quanta paulada!".

Estava irreconhecível, o rosto desfigurado.

Deu meia noite e o corpo ainda estava lá, coberto com lençol, ressecado pelo sol, jogado.

O IML estava só dez horas atrasado.

Sim, ganhar dinheiro, ficar rico, enfim, quero que meu filho nem se lembre daqui, tenha uma vida

segura.

Não quero que ele cresça com um "oitão" na cintura e uma "PT" na cabeça.

E o resto da madrugada sem dormir, ele pensa

o que fazer para sair dessa situação.

Desempregado então.

Com má reputação.

Viveu na detenção.

Ninguém confia não.

...e a vida desse homem para sempre foi danificada.

Um homem na estrada...

Um homem na estrada..



Amanhece mais um dia e tudo é exatamente igual.

Calor insuportável, 28 graus.

Faltou água, ja é rotina, monotonia, não tem prazo pra voltar, hã! já fazem cinco dias.

São dez horas, a rua está agitada, uma ambulância foi chamada com extrema urgência.

Loucura, violência exagerada. Estourou a própria mãe, estava embriagado.

Mas bem antes da ressaca ele foi julgado.

Arrastado pela rua o pobre do elemento, o inevitável linchamento, imaginem só!

Ele ficou bem feio, não tiveram dó.

Os ricos fazem campanha contra as drogas e falam sobre o poder destrutivo delas.

Por outro lado promovem e ganham muito dinheiro com o álcool que é vendido na favela.



Empapuçado ele sai, vai dar um rolê.

Não acredita no que vê, não daquela maneira,

crianças, gatos, cachorros disputam palmo a palmo seu café da manhã na lateral da feira,

Molecada sem futuro, eu já consigo ver, só vão na escola pra comer,

Apenas nada mais, como é que vão aprender sem incentivo de alguém, sem orgulho e sem respeito,

sem saúde e sem paz.

Um mano meu tava ganhando um dinheiro,

tinha comprado um carro,

até rolex tinha!

Foi fuzilado a queima roupa no colégio, abastecendo a playboyzada de farinha,

Ficou famoso, virou notícia, rendeu dinheiro aos jornais, hu!, cartaz à policia

Vinte anos de idade, alcançou os primeiros lugares... superstar do notícias populares!

Uma semana depois chegou o crack, gente rica por trás, diretoria.

Aqui, periferia, miséria de sobra.

Um salário por dia garante a mão-de-obra.

A clientela tem grana e compra bem, tudo em casa, costa quente de sócio.

A playboyzada muito louca até os ossos!

vender droga por aqui, grande negócio.

Sim, ganhar dinheiro ficar rico enfim,

Quero um futuro melhor, não quero morrer assim,

num necrotério qualquer, como indigente, sem nome e sem nada,

o homem na estrada.



Assaltos na redondeza levantaram suspeitas,

logo acusaram a favela para variar,

E o boato que corre é que esse homem está, com o seu nome lá na lista dos suspeitos,

pregada na parede do bar.



A noite chega e o clima estranho no ar,

e ele sem desconfiar de nada, vai dormir tranquilamente,

mas na calada caguentaram seus antecedentes,

como se fosse uma doença incurável, no seu braço a tatuagem, DVC, uma passagem , 157 na lei...

No seu lado não tem mais ninguém.



A Justiça Criminal é implacável.

Tiram sua liberdade, família e moral.

Mesmo longe do sistema carcerário, te chamarão para sempre de ex presidiário.

Não confio na polícia, raça do caralho.

Se eles me acham baleado na calçada, chutam minha cara e cospem em mim é..

eu sangraria até a morte...

Já era, um abraço!.

Por isso a minha segurança eu mesmo faço.



É madrugada, parece estar tudo normal.

Mas esse homem desperta, pressentindo o mal, muito cachorro latindo.

Ele acorda ouvindo barulho de carro e passos no quintal.

A vizinhança está calada e insegura, premeditando o final que já conhecem bem.

Na madrugada da favela não existem leis, talvez a lei do silêncio, a lei do cão talvez.

Vão invadir o seu barraco, "é a polícia"!

Vieram pra arregaçar, cheios de ódio e malícia, filhos da puta, comedores de carniça!

Já deram minha sentença e eu nem tava na "treta", não são poucos e já vieram muito loucos.

Matar na crocodilagem, não vão perder viagem, quinze caras lá fora, diversos calibres, e eu apenas

com uma "treze tiros" automática.

Sou eu mesmo e eu, meu deus e o meu orixá.

No primeiro barulho, eu vou atirar.

Se eles me pegam, meu filho fica sem ninguém, e o que eles querem: mais um "pretinho" na febem.

Sim, ganhar dinheiro ficar rico enfim, a gente sonha a vida inteira e só acorda no fim, minha verdade

foi outra, não dá mais tempo pra nada... bang! bang! bang!



Homem mulato aparentando entre vinte e cinco e trinta anos é encontrado morto na estrada do

M'Boi Mirim sem número.

Tudo indica ter sido acerto de contas entre quadrilhas rivais.

Segundo a polícia, a vitíma tinha "vasta ficha criminal."

Músicas : racionais ... Valores que eu não conhecia aprendi com eles

Sem preço realidade verdade lágrimas tristezas eu percebi um outro lado do mundo sem palavras ..... Opiniões diferentes .... Me apaixonei por  rap ... Não pelo rap dos racionais .... Tô com os olhos abertos uma percepção nova de uma parte de São Paulo desconhecida até agoraaa 

Nego drama,


Entre o sucesso e a lama,

Dinheiro, problemas,

Inveja, luxo, fama.



Nego drama,

Cabelo crespo,

E a pele escura,

A ferida, a chaga,

A procura da cura.



Nego drama,

Tenta ver

E não vê nada,

A não ser uma estrela,

Longe meio ofuscada.



Sente o drama,

O preço, a cobrança,

No amor, no ódio,

A insana vingança.



Nego drama,

Eu sei quem trama,

E quem tá comigo,

O trauma que eu carrego,

Pra não ser mais um preto fudido.



O drama da cadeia e favela,

Túmulo, sangue,

Sirene, choros e vela.



Passageiro do brasil,

São paulo,

Agonia que sobrevivem,

Em meia as zorras e covardias,

Periferias,vielas e curtiços,



Você deve tá pensando,

O que você tem haver com isso,

Desde o início,

Por ouro e prata,



Olha quem morre,

Então veja você quem mata,

Recebe o mérito, a farda,

Que pratica o mal,



Me vê,

Pobre, preso ou morto,

Já é cultural.



Histórias, registros,

Escritos,

Não é conto,

Nem fábula,

Lenda ou mito,



Não foi sempre dito,

Que preto não tem vez,

Então olha o castelo e não,

Foi você quem fez cuzão,



Eu sou irmão,

Dos meus truta de batalha,

Eu era a carne,

Agora sou a própria navalha,



Tim..tim..

Um brinde pra mim,

Sou exemplo, de vitórias,

Trajetos e glorias.



O dinheiro tira um homem da miséria,

Mais não pode arrancar,

De dentro dele,

A favela,



São poucos,

Que entram em campo pra vencer,

A alma guarda,

O que a mente tenta esquecer,



Olho pra trás,

Vejo a estrada que eu trilhei,

Mó cota

Quem teve lado a lado,

E quem só fico na bota,

Entre as frases,

Fases e várias etapas,



Do quem é quem,

Dos mano e das mina fraca,



Hum..



Nego drama de estilo,

Pra ser,

E se for,

Tem que ser,

Se temer é milho.



Entre o gatilho e a tempestade,

Sempre à provar,

Que sou homem e não covarde.



Que deus me guarde,

Pois eu sei,

Que ele não é neutro,

Vigia os rico,

Mais ama os que vem do gueto,



Eu visto preto,

Por dentro e por fora,

Guerreiro,

Poeta entre o tempo e a memória.



Hora,

Nessa história,

Vejo o dólar,

E vários quilates,



Falo pro mano,

Que não morra, e também não mate,



O tic tac,

Não espera veja o ponteiro,

Essa estrada é venenosa,

E cheia de morteiro,



Pesadelo,

Hum,



É um elogio,

Pra quem vive na guerra,

A paz nunca existiu,

Num clima quente,

A minha gente soa frio,

Vi um pretinho,

Seu caderno era um fuzil.



Um fuzil,

Negro drama.



Crime, futebol, música, caraio,

Eu também não consegui fugi disso aí.

Eu so mais um.

Forrest gump é mato,

Eu prefiro conta uma história real,



Vô conta a minha....



Daria um filme,

Uma negra,

E uma criança nos braços,

Solitária na floresta,

De concreto e aço,



Veja,

Olha outra vez,

O rosto na multidão,

A multidão é um monstro,



Sem rosto e coração,



Hey,

São paulo,

Terra de arranha-céu,

A garoa rasga a carne,

É a torre de babel,



Famíla brasileira,

Dois contra o mundo,

Mãe solteira,

De um promissor,

Vagabundo,



Luz,

Câmera e ação,



Gravando a cena vai,

Um bastardo,

Mais um filho pardo,

Sem pai,



Ei,



Senhor de engenho,

Eu sei,

Bem quem você é,

Sozinho, cê num guenta,

Sozinho,

Cê num entra a pé,



Cê disse que era bom,

E a favela ouviu, lá

Também tem

Whiski, red bull,

Tênis nike e

Fuzil,



Admito,

Seus carro é bonito,

É,

Eu não sei fazê,

Internet, video-cassete,

Os carro loco,



Atrasado,

Eu tô um pouco sim,

Tô,

Eu acho,



Só que tem que,



Seu jogo é sujo,

E eu não me encaixo,

Eu sô problema de montão,

De carnaval a carnaval,

Eu vim da selva,

Sou leão,

Sou demais pro seu quintal,



Problema com escola,

Eu tenho mil,

Mil fita,

Inacreditável, mas seu filho me imita,

No meio de vocês,

Ele é o mais esperto,

Ginga e fala gíria,

Gíria não dialeto,



Esse não é mais seu,

Hó,

Subiu,

Entrei pelo seu rádio,

Tomei,

Cê nem viu,

Nóis é isso ou aquilo,



O quê?,

Cê não dizia,

Seu filho quer ser preto,

Rhá,

Que irônia,



Cola o pôster do 2Pac ai,

Que tal,

Que cê diz,

Sente o negro drama,

Vai,

Tenta ser feliz,



Ei bacana,

Quem te fez tão bom assim,

O que cê deu,

O que cê faz,

O que cê fez por mim,



Eu recebi seu tic,

Quer dizer kit,

De esgoto a céu aberto,

E parede madeirite,



De vergonha eu não morri,

To firmão,

Eis me aqui,



Voce não,

Se não passa,

Quando o mar vermelho abrir,



Eu sou o mano

Homem duro,

Do gueto, brow,



Obá,



Aquele loco,

Que não pode errar,

Aquele que você odeia,

Amar nesse instante,

Pele parda,

Ouço funk,



E de onde vem,

Os diamante,

Da lama,



Valeu mãe,



Negro drama,

Drama, drama.



Aê, na época dos barraco de pau lá na pedrera onde vcs tavam?

O que vocêis deram por mim ?

O que vocêis fizeram por mim ?

Agora tá de olho no dinheiro que eu ganho

Agora tá de olho no carro que eu dirijo

Demorou, eu quero é mais

Eu quero até sua alma

Aí, o rap fez eu ser o que sou

Ice blue, edy rock e klj, e toda a família

E toda geração que faz o rap

A geração que revolucionou

A geração que vai revolucionar

Anos 90, século 21

É desse jeito

Aê, você saí do gueto, mas o gueto nunca saí de você, morou irmão

Você tá dirigindo um carro

O mundo todo tá de olho ni você, morou

Sabe por quê?

Pela sua origem, morou irmão

É desse jeito que você vive

É o negro drama

Eu não li, eu não assisti

Eu vivo o negro drama, eu sou o negro drama

Eu sou o fruto do negro drama

Aí dona ana, sem palavra, a senhora é uma rainha, rainha

Mas ae, se tiver que voltar pra favela

Eu vou voltar de cabeça erguida

Porque assim é que é

Renascendo das cinzas

Firme e forte, guerreiro de fé

Vagabundo nato!

 
Eu não seiii  o que aconteceu
 
 
 
alguma coisa me chamou a atenção nessa música não sei o que foii mais eu me apaixonei por esse estilo não seii descobri o estilo de música que mais me toca sem superficialidade sem mentiras sem falsidade uma ideologia .... VERDADE ....

Notícia do estadão.com São Paulo

 Chamou minha atenção de uma maneira incrível


Guarujá. Favela da Aldeia, onde Anderson dos Santos, acusado de pedofilia, foi sequestrado; em resposta, policiais executaram 23 pessoas




Tudo começou em um pequeno barraco de madeira na Favela da Aldeia, em Vicente de Carvalho, bairro do Guarujá, lugar com ruas de terra encurralado entre o mangue e a linha de trem. Era lá onde o vigilante noturno Anderson Oliveira dos Santos, de 31 anos, vivia com a mulher, Kelly, uma filha e um enteado. Num sábado, dia 2 de abril, Kelly causou comoção na comunidade ao juntar mães que acusavam seu marido de passar filmes pornográficos e molestar quatro crianças.



Era o primeiro capítulo de uma história que duas semanas depois iria desencadear uma série de 23 assassinatos na Baixada Santista, a detenção de 18 policiais militares e levantar suspeitas de que um grupo de extermínio vinha atuando na região. O episódio, cujos indícios apontam para uma vingança destemperada, orquestrada por policiais, refletiu a tensão decorrente da onda crescente de violência nas cidades de Guarujá, São Vicente, Cubatão e Santos, que no ano passado foram as principais responsáveis por elevar os índices de homicídio no Estado depois de dez anos em queda.



Ainda no sábado, Anderson, o vigilante acusado pelos abusos, foi deslocado por cerca de 20 quilômetros em uma van para um barraco na Vila Baiana, favela que fica no pico de um morro do Guarujá. No local, foi organizado um debate que teve a participação de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), encabeçado por Eduardinho, chefe do crime na Aldeia, Natal e Gato Félix, além das mães e das crianças envolvidas na história.



No julgamento informal, Anderson provavelmente foi condenado, já que no mesmo dia do debate o acusado desapareceu.



Resposta. Poderia ser só mais uma das sentenças surreais dos tribunais paralelos organizados por criminosos que se espalham pelas periferias do Estado, não fosse Anderson irmão de um policial militar que trabalhava em Diadema. Nesse caso, a ousadia teria resposta. Juntamente com um grupo de policiais, Célio, irmão de Anderson, iniciou incursões permanentes ao longo de duas semanas em busca do corpo desaparecido.



"Foram duas semanas de sofrimento. Quem eles encontravam, davam tabefes. Bateram em deficientes, deram tiro para cima, humilharam mulheres e crianças", conta a tia de uma das meninas supostamente molestada, que pediu para não ser identificada.



No dia 18 de abril, um domingo, as coisas esquentaram de vez. Uma hora depois do jogo do Santos na semifinal do paulista, às 19 horas, duas motos com homens encapuzados cercaram o Fiat Siena do soldado Paulo Raphael Ferreira Pires e o executaram com dez tiros de fuzil. Testemunhas ouvidas pela polícia disseram que o policial morto e seu irmão, Paulo Rodrigo, também policial do Guarujá, faziam parte do grupo que praticava as incursões na Favela da Aldeia em busca do corpo do vigia desaparecido.



Foi o estopim para que a vingança tivesse início. Ao longo da noite e da madrugada do dia 19, na segunda-feira, cinco pessoas foram mortas no bairro de Vicente de Carvalho, que compreende as favelas da Aldeia, da Prainha e de PaeCara, região onde o policial foi morto. Dois dias depois, outra pessoa foi assassinada em Vicente de Carvalho e quatro morreram em São Vicente. Assim como aconteceu em São Paulo em maio de 2006, autoridades que investigam o caso acreditam que houve uma resposta emocional por parte de policiais aos ataques de criminosos. E, assim como em São Paulo, na semana dos assassinatos as escolas de Vicente de Carvalho não tiveram aulas, as portas do comércio fecharam e poucos tiveram coragem de sair às ruas.



Desequilíbrio. Depois de dez anos consecutivos registrando queda de assassinatos, o Estado de São Paulo teve alta de homicídios pela primeira vez em 2009. Foi um crescimento sutil, com 1.235 casos, só 33 a mais do que no ano anterior, o que representou menos de 3% de alta. Grande parte do aumento se deve às cidades de Guarujá, Santos, Cubatão e São Vicente que, juntas, tiveram 176 assassinatos, 62 a mais do que em 2008 - crescimento de 54%.



No mês de abril, época dos assassinatos, o índice de homicídios na Baixada Santista foi menor do que em abril de 2009. Apesar do massacre ocorrido na semana de 18 a 26 de abril, a região fechou o mês com 37 homicídios, um a menos do que o total de abril passado.



"Esse episódio reflete um problema que poucos querem enxergar e está se repetindo. O PCC comanda o tráfico nas favelas e é forte na Baixada. São vizinhos de policiais. Muitos deles são ameaçados e não contam com o respaldo do comando. Para muitos policiais, a solução é partir para cima, senão eles perdem o respeito no território", explica o vereador do Guarujá Ronald Luiz Nicolaci, tenente da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) entre 1995 e 1998, ex-tenente do Guarujá e Praia Grande, que deixou a polícia há dois anos para assumir a cadeira na Câmara Municipal.



Tensão. Se em maio de 2006, época dos ataques do PCC, a Baixada já havia se destacado como um dos palcos mais sangrentos da semana da suposta reação policial, com dez assassinatos de autoria desconhecida e uma resistência seguida de morte, a tensão entre o crime organizado e policiais se exacerbou de 2008 para cá.



Nas investigações feitas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Santos, ligado ao Ministério Público Estadual, escutas telefônicas na Penitenciária de Presidente Venceslau ligaram crimes cometidos contra quatro policiais em 2008 em Praia Grande (dois homicídios e duas tentativas) a integrantes do PCC. À mesma conclusão chegaram para a morte de dois PMs de São Vicente e de uma ameaça no Guarujá.



"Quando você toma um tapa na cara, ou você abaixa a cabeça ou dá um de volta. Os comandantes da polícia estiveram na rua 20 anos atrás. Não entendem o que ocorre", diz um policial do Guarujá, que deu entrevista sob a condição de não ser identificado. Com "mais de dez resistências seguidas de morte", ele diz que dorme com a pistola ao lado da cama e nunca mais andou de carro com a mulher e o filho, para evitar riscos.



O comando de Policiamento da PM do Interior 6, responsável pela Baixada e Vale do Ribeira, pondera que muitos policiais são vítimas de assassinatos durante os bicos. E lembra que na sexta-feira foi preso o assassino do sargento Luiz Alberto Pereira, morto em 2007 enquanto fazia a segurança de um condomínio no Guarujá. Segundo o comando, as investigações mostraram que ele morreu não porque era PM, mas porque interveio em um caso de roubo. Em 2009, 66 policiais morreram durante a folga no Estado.

sábado, 3 de julho de 2010

Incompreendida "conclusões loukas "

  Puta mano canseeeeeiiiiiii INCOMPREENDIDA            CARAMBA MEO que custa que qui eu peço de mais.........    sou eu LP essa garota incompreendida e triste com lágrimas correndo por teus olhos ....... querendo alguém pra converssar ........    pra se distrair ..... POCHa  eu sou oque


Só eu sei

UMA GAROTA INCOMPREENDIDA .......


Sim sou Lp


Eu essa garotita  ........


|POcha uma menina Incompreendida


È sou euu LP







Vou em boooooraaaaaaaa

Cansei pocha .... eu tenho

  13 anos e quero uma distração

Trancada e reprimida sem direito de um argumento .....






ADEUS ........